Ao contrário do que dizes Cláudia eu senti uma evolução, esta tem se vindo a revelar aqui neste espaço virtual, que é isso mesmo: outro espaço onde continuamos a nossa reflexão e trabalho. Eu sinto crescimento na vossa experiência (comum): Bruno, Marlene, Daniela, Edelberto, Francisca, Maria Inês e Claúdia.
O trabalho que vos proponho parece muito simples mas como vocês próprios já experienciaram isso é só uma aparência. Talvez agora olhem para a performance B que fiz com o grupo actualmente no 12º do vosso Curso com outros olhos e percebam que “ser e estar” como conceito e prática em cena é de uma enorme complexidade. Exige tanto ou ainda mais treino do que aquele que precisamos de modo a executar dez piruetas. È um trabalho que não começa e acaba no estúdio, é um trabalho que é no fundo um modo de vida. É um desejo de viver pleno a todo o instante.
E o ponto máximo da resposta Francisca, vais talvez atingi-la (mas como sempre disse não a procures com a ânsia de a atingir mas com o prazer de a procurar) quando o teu ser precisar tão dela quanto de ar para viver, quando tu a começares a ver em todo o lado e o mundo se alterar perante os teus (mesmos) olhos. E não há tempo que dite este processo.
E quanto à próxima semana espero que os vossos Projectos B reflictam as vossas visões sobre o papel e função da B na actualidade, como sugeria Tadao Ando.
E sejam simples nas vossas escolhas e processo, citando a Maria Inês: como “a luz a tentar entrar desesperadamente por baixo da porta” mas fazendo ver que a luz passa sem esforço nós é que desesperadamente precisamos dela.
Teresa
domingo, 8 de novembro de 2009
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